O esmalte Risqué Preguicinha é um vermelho clássico e fechado da coleção Sete Vermelhos Capitais, linha antiga da Risqué inspirada nos sete pecados capitais. Na minha aplicação, "cobriu super bem com 2 camadas", a secagem foi rápida e o acabamento ficou ótimo — nem precisei passar top coat. Um vermelhão daqueles que salvam qualquer segunda-feira.
Ficha rápida do esmalte Risqué Preguicinha
- Cor: vermelho clássico, intenso e fechado;
- Coleção: Sete Vermelhos Capitais (Risqué);
- Cobertura: completa com 2 camadas;
- Secagem: rápida;
- Top coat: dispensável — o brilho natural já é ótimo;
- Disponibilidade em 2026: coleção antiga, fora de linha — veja as alternativas no fim do post.
Como é o esmalte Preguicinha da Risqué?
Segunda-feira é um dia difícil, e nada melhor do que um esmalte com esse nome: Preguicinha! Tem dia que um bom vermelhão pode animar, né? O nome vem direto do conceito da coleção: cada cor faz referência a um dos sete pecados capitais, e o Preguicinha é, claro, a preguiça — mas na versão carinhosa, no diminutivo, do jeitinho que a gente sente na cama numa manhã fria.
Na unha, ele é um vermelho intenso e uniforme, sem subtom alaranjado gritante nem aquele vinho escuro demais: é o vermelho de batom clássico, o tipo de cor que combina com tudo e não sai de moda. Eu nunca tinha usado nenhuma cor dessa coleção, e "o Preguicinha me conquistou logo de cara".
Cobertura e aplicação: quantas camadas o Preguicinha precisa?
Essa é a parte que mais me surpreendeu na resenha. Vermelho costuma ser uma cor traiçoeira de aplicar — mancha cutícula, marca pincelada, às vezes pede três camadas. O Preguicinha, não:
- Cobertura: perfeita com 2 camadas, sem transparência nem marca de pincel;
- Secagem: rápida, o que é ótimo para quem faz a unha no improviso do domingo à noite;
- Acabamento: brilhante por conta própria — eu não precisei passar top coat.
Para um esmalte que se chama Preguicinha, é quase uma piada pronta: ele foi feito para quem tem preguiça de esmaltação complicada. Duas camadas, seca rápido, pronto.
Coleção Sete Vermelhos Capitais: só clássicos em tons de vermelho
A coleção Sete Vermelhos Capitais "é antiguinha mas tem cores lindas, só clássicos em tons de vermelhos". A proposta era simples e certeira: sete variações de vermelho, cada uma batizada com o nome de um pecado capital. Nada de glitter, nada de efeito mirabolante — só aquele tipo de cor que toda esmalteira quer ter na coleção para os dias de "não sei o que passar".
Se você busca esmalte Risqué em tons vermelhos, essa coleção é uma referência histórica da marca: é dela que muita gente lembra quando pensa em vermelho nacional bem feito. O Preguicinha foi a minha porta de entrada, e saí convencida de que valia conhecer as irmãs dele também.
Esmalte Risqué vermelho: dicas para usar um vermelhão clássico
Vermelho fechado como o Preguicinha é praticamente um coringa, mas algumas dicas deixam o resultado ainda melhor:
- Unha curta ou longa, tanto faz: vermelho clássico funciona em qualquer comprimento — em unha curtinha fica elegante, em unha longa fica poderoso;
- Capriche no contorno: cor intensa evidencia qualquer borradinha na cutícula, então vale limpar as bordas com pincel fino e removedor;
- Base sempre: pigmento vermelho pode manchar a unha se usado direto, então não pule a base incolor;
- Francesinha invertida: se você gosta de nail art simples, um vermelho de boa cobertura como esse rende uma meia-lua ou francesinha invertida linda com pouco esforço;
- Na hora de remover: vermelho intenso pode escapar para os cantinhos, então use algodão bem embebido, pressione alguns segundos e arraste em um movimento só, em vez de esfregar.
E se a dúvida é "vermelho combina comigo?", a resposta quase sempre é sim: por ser um tom fechado e equilibrado, sem puxar demais para o laranja nem para o roxo, esse tipo de vermelho fica bonito em todos os tons de pele. É exatamente por isso que ele é o esmalte-batom da esmaltação: aquele que resolve do look de trabalho ao vestido de festa sem pedir licença.
Onde encontrar o esmalte Preguicinha em 2026?
Sendo honesta com você: a coleção Sete Vermelhos Capitais é antiga (esta resenha é de 2014), e coleções da Risqué costumam sair de linha com o tempo. Então não espere encontrar o Preguicinha pendurado na gôndola da farmácia. Os caminhos hoje são:
- Desapegos e grupos de esmalteiras: colecionadoras vendem vidrinhos antigos em marketplaces de usados — confira sempre se o esmalte não engrossou ou separou antes de comprar;
- Vermelhos da linha atual da Risqué: a marca nunca deixou de ter vermelho clássico no portfólio; se você quer o efeito Preguicinha sem caçar relíquia, um vermelho fechado da linha atual entrega resultado muito parecido;
- Para quem lê de Portugal: por aí o nome é verniz, e a Risqué é uma marca brasileira — a disponibilidade fora do Brasil depende de importação ou revenda online.
Como registro de swatch e referência de cor, este post continua valendo: as fotos mostram exatamente como o Preguicinha fica na unha, com 2 camadas e sem top coat.
O que acharam do vermelhão de hoje?
Mary